terça-feira, 24 de maio de 2016

Vencedores - Concurso de Fotografia

CATEGORIA

A natureza como espelho de uma identidade e/ou de uma cultura
 
Jardim de Serralves, fotografado em março 2016 por Daniela Torpes

 
 
 
 
CATEGORIA

Monumentos marcantes para a construção de uma identidade cultural
 
Até à outra margem, fotografado em março 2016 por Ana Carolina Direito
 

terça-feira, 10 de maio de 2016

Concurso de Fotografia - Finalistas

E os finalistas são.......







Vamos contar uma história...

Por esta Europa fora, contam-se histórias que envolvem gigantes, sereias, duendes, fadas, fantasmas e muitas outras criaturas fantásticas.


Ao longo do 2º e 3º períodos, procurámos divulgar algumas destas lendas que percorrem castelos, florestas, masmorras e lagos...



Fica aqui uma das mais interessantes, chegou-nos da Irlanda.



segunda-feira, 9 de maio de 2016

9 de maio - Dia da Europa

Este ano celebrámos de forma diferente. Quisemos conhecer o que nos afasta e aproxima culturalmente nesta Europa tão vasta. Que tal começarmos pela Lenda da Europa???
 
 
"Europa era uma linda princesa fenícia. Como ainda não chegara à idade de casar, vivia com os pais num magnífico palácio e tinha por hábito dar longos passeios com as amigas nos prados e nos bosques. Certo dia quando apanhava flores junto da foz de um rio foi avistada por Zeus (o deus supremo) que se debruçava lá do Olimpo observando os mortais. Fascinado com tanta formosura, decidiu raptá-la. Para evitar a fúria da sua ciumentíssima mulher, quis disfarçar-se. Nada mais fácil para quem tem poderes sobre naturais! Tomou a forma de um touro. Um belo touro castanho com um círculo prateado a enfeitar a testa. Desceu então ao prado e deitou-se aos pés da Europa. Ela ficou encantada por ver ali um animal tão manso, de pelo sedoso e olhar meigo. Primeiro afagou-o, depois sentou-se-lhe no dorso e... o touro disparou de imediato a voar por cima do oceano. A pobre princesa ficou assustadíssima. Mas não tardou a perceber que o raptor só podia ser um deus disfarçado, pois entre as ondas emergiam peixes, tritões e sereias a acenar-lhes. Até Posídon apareceu agitando o seu tridente.
 
Muito chorosa, Europa implorou que não a abandonasse num lugar ermo. Zeus consolou-a, mostrou-se carinhoso, prometeu levá-la para um sítio lindo que ele conhecia fora da Ásia. Prometeu e cumpriu. Instalaram-se na ilha de Creta e tiveram três filhos que vieram a ser famosos. Agora o nome da princesa é que ficou famosíssimo!
 
Agradou a poetas da Grécia Antiga que passaram a chamar Europa aos territórios para lá da Grécia. E agradou ao historiador Hérodoto, que no séc. V a.C foi o primeiro a chamar Europa a todo o continente."
 
 
 
Autor: in A Europa dá as Mãos, Ana Maria Magalhães/Isabel Alçada
Fonte: Edição: Centro de Informação Europeia Jacques Delors, 1995.
 
 





 









 

 

Por esta Europa fora


Criámos um bilhete de identidade para cada um dos países que compõe a União Europeia. Estes trabalhos estiveram espalhados pelos placards da escola ao longo de todo o mês de maio. Eis um exemplo:




Percorremos, desta forma, os países desta União...




sexta-feira, 15 de abril de 2016

2º Concurso de Texto

TEXTOS VENCEDORES
 

Raízes portuguesas, Inês da Fonseca silva, 6ºB

 
A Niuza, mais conhecida por Ni, tem 43 anos e até aos 30 viveu em São Sebastião do Maranhão, em Minas Gerais (Brasil).

A Ni nasceu e cresceu num meio rural, numa família pobre de 8 irmãos, 5 raparigas e 3 rapazes. É a mais nova, mas na família não faltou afeto.

Na casa de Ni não havia luz nem água canalizada, não tinham carro e era difícil apanhar o autocarro. Apesar disso, ela estudou e era aplicada na escola, por fim, licenciou-se em Direito. Hoje em dia é auxiliar administrativa.

Veio para Portugal porque se apaixonou pelo Jámirson (Já) que já cá vivia há alguns anos. Por cá casaram, no registo civil, e lá, no Brasil, pela Igreja. Agora, têm 2 filhos, o Tiago e a Clara.

A sua maior dificuldade após a chegada a Portugal foi ficar longe da família e também a questão profissional.

A Ni já não pensa voltar para o Brasil, mas mesmo assim tem muitas saudades.

Agora até já diz que ganhou «raízes portuguesas».
 
 
 
 
 
Sem arrependimentos, de Carolina Steffensen, 9ºC
 
Chama-se Steffen Steffensen é natural da Dinamarca.
Nasceu a 20 de novembro e cresceu perto de Kolding, uma pequena cidade a 1hora da capital, Copenhaga. Fez o ensino normal e ainda um curso superior. Após ter completado o seu curso Steffen ainda ficou um tempo na Dinamarca.
Hoje, já completou os seus 50 anos e 28 dos quais foram passados em Portugal numa aldeia que nunca esperara conhecer e muito menos lá viver.
Na verdade, foi a 5 de janeiro de 1988 que começou a sua maior aventura, a sua vinda para Portugal. Inicialmente pensara apenas ficar 6 meses; pretendia sair da sua zona de conforto, mas apaixonou-se tanto por Portugal que acabou por ficar mais de metade da sua vida.
Steffen confessa que aprender a falar português foi a sua maior dificuldade e que vários foram os embaraços sofridos. Não foi mesmo nada fácil aprender a falar português e ainda assim, 28 anos depois, ainda sente ter muita coisa para aprender.
Esta é a biografia de uma pessoa que se aventurou e que abandonou o seu país natal, mas que nunca se arrependeu!
 
 
 
 

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Semana do Agrupamento - Dia da ESPAM

   A nossa primeira semana iniciou-se terça-feira, dia 12, com as celebrações na EB nº1 e o nosso workshop.

   Dia 14, a escola sede, a nossa ESPAM abriu as portas à comunidade para mais um dia cheio de experiências novas, partilhas e interculturalidade. Aqui fica um cheirinho musical...