sábado, 21 de fevereiro de 2015

21 de fevereiro

Hoje, 21 de Fevereiro, assinala-se o Dia Internacional da Língua Materna.
A data foi proclamada pela UNESCO a 17 de Novembro de 1999, e é comemorada desde Fevereiro de 2000 com o objetivo de promover a diversidade linguística e cultural.
 

 
Assim, ao longo da próxima semana, vamos convidar os nossos alunos oriundos das mais diversas partes da Europa e do Mundo a juntar-se a nós e a dar a conhecer, nas suas línguas, cinco ideais, cinco fundamentos, cinco direitos que todos devíamos contemplar:
 
                     DIGNIDADE                  TOLERÂNCIA             LIBERDADE
                                      RESPEITO                            IGUALDADE



Estejam atentos!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

DIA MUNDIAL DA LIBERDADE

23 de janeiro

A Liberdade é o conjunto de direitos reconhecidos ao indivíduo, considerado isoladamente ou em grupo, em face da autoridade política e perante o Estado; poder que tem o cidadão de exercer a sua vontade dentro dos limites que lhe faculta a lei.



Vivemos com o peso do passado e da semente 
Esperar tantos anos torna tudo mais urgente 
e a sede de uma espera só se estanca na torrente 
e a sede de uma espera só se estanca na torrente 
Vivemos tantos anos a falar pela calada
Só se pode querer tudo quando não se teve nada 
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada 
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só há liberdade a sério quando houver 
A paz, o pão 
habitação 
saúde, educação 
Só há liberdade a sério quando houver
Liberdade de mudar e decidir 
quando pertencer ao povo o que o povo produzir 
quando pertencer ao povo o que o povo produzir
 
Sérgio Godinho

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

10 de Dezembro - Dia Internacional dos Direitos Humanos

O Secretário-geral da ONU fez uma declaração para marcar este Dia Internacional dos Direitos Humanos: pediu aos Estados que cumpram sua obrigação de proteger os direitos humanos todos os dias do ano. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que "as violações dos direitos humanos são muito mais do que tragédias pessoais". Segundo Ban, "elas representam alertas de uma crise muito maior". A afirmação foi feita para marcar o Dia dos Direitos Humanos, esta quarta-feira, 10 de dezembro. A campanha deste ano tem como tema "Direitos Humanos 365". Ban Ki-moon disse que nesta data todos devem falar, denunciar as autoridades que negam os direitos de qualquer pessoa ou grupo. O líder da ONU declarou que os direitos humanos são para todos, o tempo todo, sem importar quem as pessoas são ou de onde vieram. Não importando também a classe, as opiniões ou a orientação sexual delas. Para Ban, esta é uma questão de justiça individual, estabilidade social e progresso global. O Secretário-geral explicou que a ONU protege os direitos humanos porque esta é a missão da organização e também porque quando as pessoas usufruem de seus direitos, as economias progridem e os países estão em paz. Afirmou ainda que a iniciativa "Direitos Humanos Antes de Tudo" tem como objetivo dar atenção a esses alertas. Segundo Ban, "todos devem se mobilizar em resposta às violações, antes que elas se tornem atrocidades em massa ou crimes de guerra". Acrescentou que todos podem avançar na luta contra a injustiça, a intolerância e o extremismo. Pediu também a todos os Estados que cumpram com suas obrigações para proteger os direitos humanos todos os dias e à população que responsabilize os seus governos pelas ações adotadas. Por último, pediu proteção especial aos defensores dos direitos humanos que, com extrema coragem, servem uma causa coletiva.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Dia 2 de Dezembro - Dia Internacional da Abolição da Escravatura

Instituído em 2004 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o dia 2 de Dezembro recorda a aprovação da Convenção das Nações Unidas para a Supressão do Tráfico de Pessoas e da Exploração da Prostituição de Outrem, em 1949. 
 ARTIGO 4.º — NÃO À ESCRAVIDÃO
“Ninguém deverá ser mantido em escravidão ou trabalho forçado; a escravidão e o comércio de escravos foram proibidos em todas as suas formas.”
Portugal foi dos primeiros países a abolir a escravatura. Decorria o reinado de D.José I, quando, em 12 de Fevereiro de 1761, a escravatura foi abolida por Marquês de Pombal na Metrópole e na Índia. Contudo, só pelo Decreto de 1854, os
primeiros escravos a serem libertados foram os do Estado e mais tarde os da Igreja pelo Decreto de 1856. E, com a lei de 25 de Fevereiro de 1869 proclamou-se a abolição da escravatura em todo o Império Português, até ao termo definitivo de 1878.

"Fica abolido o estado de escravidão em todos os territórios da monarquia portuguesa, desde o dia da publicação do presente decreto.
Todos os indivíduos dos dois sexos, sem exceção alguma, que no mencionado dia se acharem na condição de escravos, passarão à de libertos e gozarão de todos os direitos e ficarão sujeitos a todos o deveres concedidos e impostos aos libertos pelo decreto de 19 de Dezembro de 1854."

D. Luís, Diário do Governo,

27 de Fevereiro de 1869







domingo, 16 de novembro de 2014

TOLERÂNCIA? Mas afinal o que é?

     Na 28ª conferência Geral da Unesco, em Paris, aprovou-se, em 1995, a Declaração de Princípios sobre a Tolerância. Nela se declara a celebração anual do dia 16 de Novembro como o Dia Internacional da Tolerância afim de mobilizar a opinião pública para os perigos da intolerância humana e dos atentados contra a dignidade do ser humano.
 
     Mas, afinal, o que é isso da tolerância?
A tolerância é o respeito, a aceitação e a apreço da riqueza e da diversidade das culturas de nosso mundo, de nossos modos de expressão e de nossas maneiras de exprimir nossa qualidade de seres humanos. É fomentada pelo conhecimento, a abertura de espírito, a comunicação e a liberdade de pensamento, de consciência e de crença. A tolerância é a harmonia na diferença. Não só é um dever de ordem ética; é igualmente uma necessidade política e jurídica. A tolerância é uma virtude que torna a paz possível e contribui para substituir uma cultura de guerra por uma cultura de paz. A tolerância não é concessão, condescendência, indulgência. A tolerância é, antes de tudo, uma atitude ativa fundada no reconhecimento dos direitos universais da pessoa humana e das liberdades fundamentais do outro. Em nenhum caso a tolerância poderia ser invocada para justificar lesões a esses valores fundamentais. A tolerância deve ser praticada pelos indivíduos, pelos grupos e pelo Estado. A tolerância é o sustentáculo dos direitos humanos, do pluralismo (inclusive o pluralismo cultural), da democracia e do Estado de Direito. Implica a rejeição do dogmatismo e do absolutismo e fortalece as normas enunciadas nos instrumentos internacionais relativos aos direitos humanos. Em consonância ao respeito dos direitos humanos, praticar a tolerância não significa tolerar a injustiça social, nem renunciar às próprias convicções, nem fazer concessões a respeito. A prática da tolerância significa que toda pessoa tem a livre escolha de suas convicções e aceita que o outro desfrute da mesma liberdade. Significa aceitar o fato de que os seres humanos, que se caracterizam naturalmente pela diversidade de seu aspeto físico, de sua situação, de seu modo de expressar-se, de seus comportamentos e de seus valores, têm o direito de viver em paz e de ser tais como são. Significa também que ninguém deve impor suas opiniões a outrem.